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Bissau – Mais de duas dezenas de jornalistas nacionais iniciam esta quinta-feira, em Bissau, uma acção de formação de sensibilização ao narcotráfico na Guiné-Bissau.
A iniciativa enquadra-se no âmbito da campanha de sensibilização da sociedade civil guineense e dos media, sobre o fenómeno do narcotráfico na Guiné-Bissau. Pretende-se com a acção de formação sensibilizar e capacitar os jornalistas para o combate ao consumo de drogas e ao narcotráfico.
Durante dois dias, os participantes vão abordar entre outros temas, o combate ao crime e narcotráfico na Guiné-Bissau, parcerias e resultados, o fenómeno do narcotráfico na África Ocidental e no mundo, o que é, onde acontece, como, historial e situação real da Guiné-Bissau.
O jornalista e a investigação – relato na primeira pessoa; Nações Unidas e o combate ao tráfico de droga na Guiné-Bissau; Perspectivas jurídica e jornalística e a opinião no combate à toxicodependência e ao narcotráfico são, entre outros, temas agendados para o referido encontro.
Na margem desta acção de formação, está agendado o anúncio da criação do prémio intitulado «Jornalismo de Kumpu tera», ou seja, jornalismo construtor da paz na Guiné-Bissau. O anúncio da criação do prémio vai ser feito pelo ministro da Justiça, Mamadu Saliu Djalo Pires.
Sumba Nansil
(c) PNN Portuguese News Network
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Ivanildo da Silva
2010-06-07 19:21:10
Guiné-bissau é um país soberano... Todos nós sabemos, que violencia é ultimo recurso à incapacidade dum ser humano,porque quando uma pessoa é incapaz uze a violencia para poder alcançar o poder, não é segredo para ninguém de que o país esta mal e a bandos de traficante por tada parte,(políticos,empresarios,pessoas simplis e partidos)mais o serto é que os culpados devem ser ser responsablizados pelos seu actos. Mais que deixam de citar a ectinia Balanta, porque a contra, nos que diz respeito as força armadas todo isso vem indece de analfabetismo/ 7 Junho de 1998.
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